Entre uma dose e outra, me perco em devaneios, pensamentos, recordações de todo o ano que se passou. Um ano, trezentos e sessenta e cinco dias, doze messes. E nesse meio tempo, tua vida muda do avesso, tu vai do céu ao inferno e vice e versa o ano todo. Faz amigos, se desfaz de amigos, tanto se ganha como se perde. Às vezes mais se perde do que se ganha. Material ou não. Perde-se, se ganha, se refaz, se desfaz. Acendi meu cigarro e fiquei observando suas cinzas. Em um dia tu pode perder quem ama, pode morrer se perder, perder-se de quem queres encontrar. Em um ano então? Tudo isso acontece.
Tu agradeces é e agradecido. Sonhos, desejos, realizações, conquistas, decepções...
Tu agradeces é e agradecido. Sonhos, desejos, realizações, conquistas, decepções...
Tu toma tapa na cara da vida pra aprender, tu deixa de acreditar. Ou acredita com todas as suas forças. Ou crê ou não. Não existe meio termo.
Prazeroso e sofrido, enquanto for aprendizado.
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