quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Ah! eu sinto muito blues.

De repente bate aquele vazio, tu choras manso e escondido. Lágrimas, sempre mostrando meu lado frágil mais dessa vez era diferente, chorava por dentro e por fora mantinha um sorriso um tanto quanto sarcástico. O Sarcasmo vinha combatendo todos os males ate agora, por que o deixara  neste momento preciso    a vida meu caro - .  Caminhava em passos lentos, de nada adiantaria correr, pra um futuro incerto, pra morte que não chega.
Deixe-me odiar o mundo e por segundos depois me arrepender. Deixe-me cometer erros e pensar que foi melhor. Deixa-me. Do que adianta uma proteção como a sua se e que nem perto esteve, não lhe culpo, lhe entendo, me entenda.
Desce a bebida mais forte, que o dinheiro da pra comprar. Não adianta mais bebedeiras, cigarros, morfina. Nada e mais forte que isso.  Que se foda. Continuarei me enganando tentando e não desistindo.  Um dia de cada vez, cada minuto no seu tempo.  Respira fundo que a vida e agora. Abraça tua loucura antes que seja tarde.
    Pudera eu voltar a 10 anos atrás e me deixar ser acalentada em seus braços, passou. Eu não deixei sempre tentei ser mais forte, ainda sou forte, mais ando cansada disso. Posso? Tu me permites?
 Não é triste? - perguntou - Você não se sente só? (…) Sorriu forte: - A gente acostuma.

Ás vezes quero tudo que sonhei, ás vezes o que eu quero e desistir.

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